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Aliança mundial para plataformas móveis ganha mais 32 membros

A Wholesale Applications Community (WAC), uma espécie de aliança entre operadores e fabricantes para desenvolvimento de plataformas comuns de distribuição de aplicações e serviços de valor adicionado em redes móveis, ganhou mais 32 integrantes, que se somam aos fundadores do consórcio. Entre os novos integrantes estão fabricantes, operadores, fornecedores. Além disso, também foram anunciadas as primeiras especificações da aliança, com o nome WAC 1.0 (as especificações estão disponíveis em www.wholesaleappcommunity.com). Entre os novos integrantes da WAC, Accenture, Ericsson, Huawei, Intel, Qualcomm e Samsung terão participação no conselho, ajudando a estabelecer os padrões e decisões estratégicas da aliança. Os membros da aliança, agora, são os seguintes: Accenture, Alcatel-Lucent, Aplix, América Móvil, ASPire, AT&T, Bell Mobility, Borqs, Bougyues Telecom, Capgemini, China Mobile, China Unicom, Deutsche Telekom, Ericsson, France Telecom, Fujitsu, Huawei, Hu

TST diverge sobre terceirização de serviços de telecomunicações

Os juízes do Tribunal Superior do Trabalho (TST) não conseguem se entender em relação à legitimidade ou não da terceirização de atividades-fim no setor de telecomunicações. Após a Sexta Turma do TST decidir pela proibição da terceirização dos serviços de atendimento ao cliente (call center), no julgamento de um caso envolvendo a operadora Brasil Telecom, a Oitava Turma do tribunal considerou legítima a terceirização da área de manutenção de redes feita pela Oi. Para a maioria dos ministros que integram a Oitava Turma do TST, as concessionárias de telecomunicações podem terceirizar atividades-fim. Com base nessa interpretação, o colegiado deu provimento ao recurso da Telemar Norte Leste (Oi) para afastar o reconhecimento de vínculo empregatício com a empresa formulado por trabalhador contratado por outra. No caso relatado pela presidente da Turma, ministra Maria Cristina Peduzzi, o empregado tinha sido contratado pela Garra Telecomunicações e Eletricidade para p

Redução de 10% do VC-1 só chegará parcialmente ao bolso do consumidor

A proposta de redução do custo das chamadas entre fixos e móveis, que será colocada em consulta pública pela Anatel em breve, decepcionará quem espera uma queda real de 10% no valor das ligações a partir do próximo ano. O texto aprovado nesta quinta-feira, 7, pelo Conselho Diretor da agência, prevê que o Valor de Comunicação 1 (VC-1), usado como teto para a cobrança dessas chamadas, sofrerá uma redução de 10% em 2011 e de mais 10% em 2012, mas o modelo de reajuste tarifário usado no setor não foi considerado na fixação desses percentuais. O que ocorre é que estas reduções serão promovidas antes do cálculo do reajuste anual fazendo com que parte dessa queda seja absorvida no processo de correção inflacionária. Na prática, parte da queda de 10% sinalizada pela agência reguladora será neutralizada no momento em que a Anatel corrigir as tarifas pela inflação, apurada pelo Índice do Setor de Telecomunicações (IST). Assim, a redução proposta pela agência chegará mais mo

Aumento das tarifas da telefonia fixa em 2010 é de 0,6596%

A Anatel divulgou nesta quarta-feira, 6, o reajuste 2010 da telefonia fixa. O índice de correção será de 0,6596%, mas, por enquanto, apenas duas concessionárias tiveram seus aumentos tarifários garantidos. São elas a Telefônica e a CTBC Telecom. As concessionárias Oi (incluindo a BrT) e Sercomtel Telecom não tiveram suas novas tabelas homologadas pela Anatel. As empresas não concordam com o índice fixado pela agência e suas propostas de reajuste estão em análise pela equipe técnica da agência. A correção vale para o plano básico de telefonia fixa e para a cobrança das ligações feitas em orelhões, deixando de fora os pacotes alternativos usados pela maioria dos clientes. O reajuste atinge as ligações locais e interurbanas, que são cobradas em 16 degraus tarifários, variando o preço de acordo com a distância entre os pontos chamados e o horário da ligação. As novas tabelas de preço das concessionárias Telefônica e CTBC foram publicadas pela Anatel nesta quarta-feira

TIM transforma celular em opção para DDD

Desde que a TIM lançou, em junho de 2009, os planos Infinity e Infinity Pré, que inauguraram uma modalidade de cobrança das ligações entre clientes da operadora, inclusive em estados diferentes, houve uma mudança importante no mercado de longa distância. Ao usar o código 41, esses clientes passaram a ter tarifação por chamada, ao custo de 0,25 centavos, não mais por minuto como tradicionalmente se faz. Isso ampliou significativamente o uso da rede da TIM para chamadas de longa distância. Os resultados estão no portal da Anatel. Antes da comercialização do produto, a operadora tinha 4,79% do mercado LDN. Findo o primeiro semestre de existência do plano, a TIM saltou para 26,8%, ultrapassando a Embratel, líder desse mercado até então, e assumindo uma inédita liderança. Nesta terça-feira, 5, a Anatel divulgou em seu portal a participação das operadoras no mercado de longa distância nacional, em minutos tarifados. A TIM não apenas continua no topo da lista como amp

Anatel derruba liminar e encerra consulta pública das novas metas

A Anatel conseguiu derrubar a liminar que exigia a prorrogação, por 30 dias, da consulta pública sobre o novo Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU III). A agência não anunciou oficialmente a mudança na consulta, mas o sistema interativo da Anatel já foi atualizado e não consta mais o novo prazo divulgado pela própria autarquia na manhã desta segunda-feira, 4. No sistema, a consulta foi encerrada às 19h de hoje. Mais cedo, a Anatel havia divulgado que prorrogaria o prazo de recebimento das contribuições até 1º de novembro, em cumprimento à decisão da Justiça Federal do Rio de Janeiro, que concedeu liminar em favor do SindiTelebrasil. Mas, no início da noite de segunda a agência reguladora obteve uma suspensão da liminar emitida pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), podendo assim, encerrar a consulta pública no prazo originalmente estabelecido. A decisão foi tomada pelo desembargador Paulo Espírito Santo. Após analisar o caso, o desembargad

Telefónica estima que sinergias com a Vivo ficarão entre 3,3 bilhões de euros e 4,2 bilhões de euros

Com a compra da participação de 50% da Portugal Telecom na Brasilcel, sociedade que controla a Vivo, a Telefónica materializa o tão sonhado controle integral da operadora e já calcula que as sinergias totais ficarão entre 3,3 bilhões de euros e 4,2 bilhões de euros. A conta da operadora inclui sinergias operacionais que resultarão em economia de custos e de investimentos no valor mínimo de 2,3 bilhões de euros a 2,7 bilhões de euros. Além disso, a companhia aufere economias financeiras e fiscais que se situarão entre 1 bilhão de euros e 1,5 bilhão de euros. A companhia informa que já no fechamento do terceiro trimestre de 2010, será registrado na sua conta de resultados um impacto positivo líquido de aproximadamente 3,5 milhões de euros, de acordo com a normativa contábil em vigor. "Desta forma, a Telefónica avança no seu objetivo de alcançar um lucro por ação no exercício atual de 2,10 euros", diz a companhia. Já a OPA (Oferta Pública de Aquisição) para as