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O “DIA D” DA GUIANDO

Por Rodrigo Schittini, CEO Guiando

Ontem, recebemos e comemoramos muito a notícia que a Guiando ficou em 1º lugar no ranking da 100 Open Startups no segmento Fintechs. Foi a mesma alegria de quando soubemos, em 2019, que ficamos em 1º lugar de Indústria e 4º no ranking geral. 

Aliás, no último ano tivemos muitas outras conquistas: fomos uma das 10 startups selecionadas entre as mais de 200 inscritas no programa de aceleração da Visa e nosso pitch foi eleito o melhor do Demo Day. Também ficamos entre as seis selecionadas do Radar Santander. Já logo no início de 2020, fomos selecionados para fazer parte do primeiro IBM Open Ventures.

Talvez seja algo que acometa apenas a mim, mas, sempre que vejo uma história de startup que se destacou, me pergunto em que momento aqueles empreendedores se deram conta de que seus sonhos se concretizariam. Minha teoria é a de que, para quem está vivendo aquilo por dentro, essa certeza  vem muito antes da data em que os jornais e sites especializados “descobrem” o novo caso de sucesso, dado uma rodada recorde ou um M&A.

Na verdade, eu nem mesmo acreditava muito em um dia ou acontecimento isolado, como livros e filmes contam. Para mim faz muito mais sentido pensar em um momento especial da história da startup - um período - onde recebemos sinais de todos os lados que não deixam dúvidas de que, apesar de pouca gente saber, aquele sonho já deu certo.

Darei um spoiler agora: a Guiando estourou, já é um enorme caso de sucesso.

Não está na mídia, mas posso garantir que estamos nesse momento especial. Para mostrar, pedi para nossos diretores prepararem artigos com alguns destes sinais que temos percebido. Se fossemos uma empresa de capital aberto, chamariam isso de “informação privilegiada” e talvez eu estivesse cometendo um crime. Então, aproveitem enquanto não estamos listados na bolsa!

 

Tudo sempre começa e termina com pessoas
Um dos maiores ativos que temos, nossa Cultura, vinha se perdendo nos últimos anos e, no segundo semestre de 2019, decidimos por  uma mudança radical com foco em comunicação, pessoas e resultados. Chamei esse movimento de “Back to basics”. Neste artigo, o nosso Head de Growth, reflete sobre o que fizemos e como está sendo mágico esse processo de reconexão com nossas bases. 

Nunca foi um problema para mim - e acho que levei isso para a Guiando - expor minhas fraquezas. Acredito que, salvo exceções, isso é muito mais positivo que negativo, pois demonstra conhecimento de seus próprios gaps, e que eles não te assustam.

Por isso, quando fui convidado pelo Nicólas Giffoni para dar uma palestra para centenas de pessoas, não tive problemas em usar o GIF acima para ilustrar como foi nosso ano de 2019. Repeti o slide na apresentação de final de ano da Guiando.

Já em 2020, recebemos pela primeira vez o selo Great Place to Work, tivemos nossos maiores índices de engajamento, o sentimento de “pertencer” nunca foi tão grande e a comunicação interna voltou a funcionar como quando éramos uma equipe de apenas 10 pessoas.

Nossa Cultura nunca esteve tão forte e nunca tivemos um time tão comprometido quanto agora.

 

Trocamos o pneu com o carro andando
Somos uma empresa estabelecida, com mais de 10 anos de mercado, e atendemos dezenas das maiores companhias do país. Não podemos nunca deixar que altos e baixos afetem a qualidade da entrega que fazemos a nossos clientes. O problema é que precisávamos mexer na casa inteira, não só para corrigir o que não estava fluindo, mas também para nos prepararmos para um crescimento exponencial.

A solução para deixarmos de equilibrar pratos foi implementar KPIs de monitoramento para atuar de forma mais proativa com nossos clientes, como o @Lucas Rezende explica aqui.

 

Tecnologia é nosso core
Sempre nos posicionamos como uma empresa de tecnologia e, por isso, a inovação sempre esteve em nosso DNA. Porém o crescimento da Guiando foi naturalmente distanciando áreas e pessoas, e isso atingiu nosso “coração”. Ao afastarmos as áreas de tecnologia e negócios, pagamos um preço alto durante algum tempo, até conseguirmos retomar a conexão profunda entre as duas, algo que foi fundamental para chegarmos onde estamos.  

Nosso CTO @Saulo Almeida aprofunda-se no que foi feito e nos resultados excepcionais que colhemos neste artigo.

 

Sintonia com o mercado 
Por fim, nenhuma dessas mudanças faria sentido se não houvesse um mercado real e representativo para as dores que nos propomos a resolver. O Telecom Expense Management já está consolidado, somos um dos líderes nacionais, e mantemos um crescimento consistente ano após ano.

Já nossa solução para automação inteligente do contas a pagar, o nexinvoice®, é pioneira em desbravar um novo mercado. Quando a criamos, sabíamos que o desafio seria duplo: 1) pela primeira vez teríamos que vender duas soluções distintas e 2) precisávamos apresentar ao mercado uma nova forma de tratar o contas à pagar, algo ainda sem referências.

Apesar de todos os feedbacks positivos, que validaram nossa visão de mercado, demoramos a conseguir “achar a veia” e transformar isso em contratos, cases e crescimento de três dígitos. Apanhamos um pouquinho, mas conseguimos! Aqui, o nosso Head de Transformação Digital @Davi conta como foi esta jornada. Para complementar, nosso diretor comercial @Marcel Frajhof mostra neste artigo as ações praticadas e resultados que tivemos. 

 

O “Dia D”
Como disse no início deste artigo, quem tem a visão de dentro sabe que sua startup será um sucesso a partir de vários sinais recebidos em um espaço de tempo - e não em um dia especial. Tudo o que descrevi, e que podem conferir nos artigos indicados, me traz este sentimento, a estranha sensação de ter uma espécie de informação privilegiada.

Pois bem. Em paralelo a tudo isso, também estamos reorganizando algumas questões societárias. À princípio, era apenas uma engenharia financeira para viabilizar a recompra de algumas participações minoritárias da empresa. Porém, na última quinta-feira, nossos quatro diretores, que detém essas participações minoritárias, me surpreenderam com uma proposta para assumir grande parte desta “recompra” de cotas. 

Eles acreditam tão intensamente na Guiando que, a troco de um pequeno percentual adicional de cotas, estão dispostos a pagar um valor expressivo aos antigos sócios (o que compromete reservas e um grande percentual de suas rendas pelos próximos dois anos).

Por  mais que eu tenha vivenciado dezenas de sinais nos últimos meses, bastou uma reunião para eu perceber que existe sim um “Dia D”. Pelo menos na história que será contada da Guiando.

TWM - Telecom Web Manager

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