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INOVAÇÃO, CRIATIVIDADE E VALORIZAÇÃO DO TIME FORTALECEM A CULTURA GUIANDO

Por Eduardo Camargo, CMO e Head of Growth Guiando

Sempre que alguém fala em startups, logo vem a imagem de salas com puffs coloridos, escorregadores, geladeiras com cerveja liberada e videogame. Muitas vezes isso é preservado pelo “folclore” existente em relação a alguns modelos de cultura organizacional, e, em outras, criticado e julgado como um exemplo a não ser seguido. 

Todas as opiniões, para mim, são válidas de certo modo. Porém, discordo da forma que tais formatos são interpretados. No primeiro cenário, algumas empresas adotam a tática do ambiente lúdico como se fosse uma receita de bolo, copiando o modelo sem adequação. Já no segundo caso, mais tradicional, pensam que o sucesso somente é alcançado com oito horas de trabalho na frente de um computador.

Em ambos os lados, na minha leitura, percebo que enxergam isto como o "fim" e não como o "meio", e, principalmente, forçam que métodos como estes sejam a tradução da cultura da empresa e não um exercício desta cultura. É sobre isto que vamos falar hoje. 

É muito forte na minha lembrança o motivo pelo qual aceitei o convite de entrar na Guiando: bastou cinco minutos de bate-papo com as pessoas que hoje são meus sócios para eu ter a certeza que este era meu lugar. Aquela conversa cheia de energia empreendedora, simples e com a vontade de mudar o jogo me encantou.

Meu trabalho iniciou em um grande cliente aqui da região de Curitiba, com a missão de fazer um case de sucesso e reverter um cenário que não estava favorável à empresa. Nesta missão, tive o apoio contínuo de todo o time. Sempre que precisei escutava um sonoro "vou te ajudar" ou "consigo te ajudar fazendo desta maneira". 

Esta postura é o motor da Guiando, representando nossos valores e cultura sendo vividos na prática e não apenas no discurso. E o melhor, por todos.

Minha missão inicial foi cumprida, e, em paralelo, veio o crescimento da empresa e, naturalmente, suas dores. Neste momento começamos a nos organizar para essa escala tão desejada. Foi aí que cometemos alguns erros importantes.

 

Aumentando muros e diminuindo janelas
Para sustentar o crescimento, fizemos movimentações de posições na empresa, criamos áreas e aumentamos a estrutura hierárquica. Com tais ações, buscávamos os melhores resultados, porém a percepção era que os erros eram maiores do que os acertos. 

Começamos a ter algumas características de uma grande empresa, mas sem os resultados de uma. Excesso de processos, áreas e burocracias drenavam parte importante da energia dos líderes e do time. 

Esta departamentalização trouxe algo mais grave do que a burocracia: ela perigosamente nos afastou de nossos valores e nossa cultura, a alma de qualquer empresa. E, convenhamos, qualquer coisa sem alma tende a não ser muito legal, não é mesmo?!

Com este distanciamento burocrático, esquecemos gradativamente de viver e praticar nossos valores. Pequenas tribos se formaram, a comunicação virou um grande telefone sem fio e isso começou a flertar com um grande blackout em nosso propósito.

 

A noite é mais escura antes do amanhecer
Não considero aquele período como a beira do abismo – na verdade, continuávamos a crescer. Mas com certeza foi um período de escuridão. Aquela noite escura estava demorando muito para passar, e foi aí que a mudança teve que acontecer.

A transformação liderada pelo fundador e CEO da Guiando Rodrigo Schittini teve como mantra a frase "back to basics", ou seja, voltar a ser e viver como sempre fomos. Por aproximadamente três meses, muros foram derrubados, a empresa chacoalhou e começou a se tornar mais leve. Nossa alma estava começando a voltar.

O primeiro passo foi trazer um RH forte, que amasse pessoas e promovesse nossos valores no dia-a-dia. 

Bem próximo a este movimento, fizemos um "Feng Shui" nas lideranças. Além das estratégicas, adicionamos mais médias lideranças, exercitando assim nossos valores de meritocracia (com equidade), bem como utilizando esta força como catalisador para propagar nossa cultura. 

Aprimoramos nossa comunicação criando canais de broadcast multimídia (Guiando.TV) e, principalmente, webinars semanais com o CEO para compartilhar de forma muito transparente tudo o que está acontecendo na empresa. Afinal, somos um único time, e todos devem entender os desafios para assim comprar a briga – como diz nosso presidente, “Ninguém fica pra trás”. 

Trabalhamos diversos temas em webinars que refletem os valores da Guiando, como "Prevenção a violência doméstica", "Black Lives Matter" e "Saúde financeira pessoal". 

Encorajamos os colaboradores a iniciarem trabalhos sociais, afinal temos que viver nossos valores. Este item é um sucesso e particularmente fico grato a todos que tocam esses projetos. Criamos mecanismos de reconhecimento por boas iniciativas, como o Guiando Premia, que incentiva o time a exercitar boas posturas e inovação. Além de ser publicamente reconhecido, o colaborador escolhe prêmios usando a nossa moeda virtual, a Guiando Coins! 


Enfim, o amanhecer!
A veia empreendedora voltou a pulsar novamente, nossa alma voltou e com ela a nova Guiando. Todos da empresa estão alinhados com o propósito. Vivemos e exercemos diariamente nossos valores. Com a inovação e criatividade correndo no sangue de todos, deixamos de ser uma empresa burocrática e “boring”.

Existe muito trabalho pela frente (e que bom! Amamos o que fazemos!) e os resultados estão mostrando que tudo está fazendo sentido. Hoje, posso cravar que cada vez mais buscamos ser simples, viver nossos valores, trabalhar de forma colaborativa, ter liberdade para expressar opiniões e defendê-las de forma plural e, assim, continuar perseguindo nosso propósito. Na Guiando, entendemos que o trabalho está no valor que entregamos aos nossos clientes ou parceiros, e principalmente na valorização da jornada com nosso time.

Você deve estar se perguntando se a gente colocou puffs coloridos e tobogãs panorâmicos, não é mesmo? A resposta é sim, mas do nosso jeito! No lugar dos puffs e cerveja livre, o time se reúne de tarde em um café bem confortável na esquina de cada escritório; ao invés do vídeo game, fizemos um campeonato do jogo Cartola FC; entre outras ações que traduzem a cumplicidade de todos.


 

TWM - Telecom Web Manager

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